Slow Food – A revolução alimentar

O Slow Food foi criado durante a década de 80 por Carlo Petrini (Presidente atual do movimento) com o objetivo de defender as tradições regionais, e o prazer gastronómico. Hoje em dia, a sua missão também passa por temas relacionados com a alimentação e o meio ambiente e a sociedade. 

“O Slow Food acredita num mundo onde todos possam ter acesso e consumir alimentos bons para quem consome, bons para quem produz e bons para o Planeta”. 

Acreditam que a qualidade alimentar passa por uma dieta baseada em alimentos frescos e sazonais, pela produção e consumo de alimentos que não prejudiquem o meio ambiente, o bem-estar animal ou a saúde humana e pela prática de preços acessíveis e condições de remuneração justas.

Hoje, o Slow Food tem representação em mais de 160 países, onde desenvolve projetos relacionados com alimentação e os princípios que defendem.

A sua sede internacional fica na cidade de Bra, em Itália. Tem representação nacional, em alguns países, mas atua principalmente a nível local, através de grupos denominados de “convivia”, que são responsáveis por organizar encontros e atividades nas suas comunidades.

O Slow Food é responsável por gerir diferentes organismos, tais como a Fundação Slow Food para a Biodiversidade (apoia projetos que se preocupam com a defesa da biodiversidade alimentar e das tradições gastronómicas), a Fundação Terra Madre (gere as interações a nível global, entre comunidades) e a Universidade de Ciências Gastronómicas (UNISG) (responsável pela educação de novos profissionais do ramo alimentar).

Para mais informações, podem consultar o site do movimento: www.slowfood.com.

Ariana Macieira

Fundadora do Simbiose

31/01/2020

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